As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 07/08/2021
Com o tráfico Africano do século XV, iniciou-se o processo de escravidão. Pessoas negras foram prisioneiras e as mesmas não podiam participar de assuntos importantes da sociedade, não tinham direito a estudar e nem mesmo ter um relacionamento saudável com os brancos. No entanto, ao analisar as diveras formas de exclusão ainda existentes na sociedade brasileira contemporânea, percebe-se que tais problemas ainda persistem, já que a negligência governamental e o comportamento social coadunam para o agravamento desse entrave.
O estado não assiste a sociedade quando se trata da aceitação das diferenças, principalmente na saúde. Segundo Thomas Hobbes, “é dever do estado garantir o bem-estar social”. No entanto, é perceptível como a saúde pública é precária, enquanto pessoas que tem maior poder aquisitivo conseguem uma consulta rápida, muitos morrem na fila de espera por uma vaga no SUS o que gera, de certa forma a exclusão de um grupo.
Ademais, a postura da maioria da população não é baseada no consentimento de outros modos de vida ou costumes. Segundo Martin Luther King, “Aprendemos a voar como pássaros, nadar como peixes, mas não a conviver como irmãos”. Análoga a citação, se encontra a realidade, na qual é frequente encontrar pessoas com depressão após assumir sua sexualidade, outros se matam por não aguentar sofrer bullying na escola e serem excluídos sempre por ser o “diferente”. Fatos esses que evidenciam a gravidade da situação.
Portanto, cabe ao governo, juntamente com o ministério da saúde investir em hospitais, tanto na sua infraestruturara quanto em contratação de funcionários, para que todos possam ser atendidos de maneira igualitária. Cabe ainda ao ministério da educação integrar nas grades curriculares das escolas, aulas e palestras que trabalhem no lado da aceitação das diferenças com os alunos, desde crianças, para que assim sejam adultos conscientes e amenize o problema.