As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 07/08/2021
Conforme a Constituição Federal de 1988 todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Entretanto, o que é visto na realidade são diversas formas de exclusão que impactam sobre a saúde de muitos grupos minoritários. Essa conjuntura adversa é resultado da negligência estatal e do preconceito estrutural da sociedade. Isto posto, faz-se fundamental a discussão desses temas.
Em princípio, é fulcral salientar que as diversas formas de exclusão sobre a saúde de vários brasileiros é fruto da insuficiente atuação do poder público, no que tange aperfeiçoamento de mecanismos que são responsáveis em gerir tais recorrências. De acordo com o pensador Thomas Hobbes, o Estado deve assegurar o bem-estar social. Todavia, isso não ocorre no Brasil, uma vez que, devido à ausência estatal, grupos minoritários são postos em situação de vulnerabilidade, colocando sua saúde em risco.
Ademais, é imperativo ressaltar o preconceito estrutural presente na sociedade brasileira como promotor do problema, pois em um sistema democrático a população determina no rumo de sua nação por meio de seus representantes. Partindo do pressuposto, que os governantes não tomam medidas eficazes para promover a igualdade social, o problema continuará sendo perdurado. Diante disso, é necessária uma ação imediata das autoridades para resolver o impasse
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço do problema na sociedade brasileiro. Dessa forma, o governo deve, por meio do Ministério da Educação e com integração do Ministério dos Direitos Humanos, implementar projetos de conscientização e respeito à grupos minoritários em situações de vulnerabilidade desde a primeira infância, portanto, poder-se-á criar um ambiente mais justo e saudável para toda população. Espera-se, com essas ações, que o direito ao bem-estar social seja garantido na prática.