As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

A Constituição Federal de 1988 é a Carta Magna do ordenamento jurídico brasileiro e, nesse sentido, consagra o direito à saúde em seus artigos. No entanto, uma desigualdade no acesso a esse direito é óbvia, pois o preconceito social contra as minorias associado às grandes diferenças sociais refletem essa.

Da forma mesma, no Brasil, a situação social também é muito desequilibrada. Portanto, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, cerca de 13 milhões de brasileiros estão desempregados. Além disso, segundo dados do Instituto de Economia Aplicada (IPEA), havia cerca de 100 mil moradores de rua no país em 2015. Portanto, essa parcela da sociedade encontra-se em situação de desvantagem e não possui condições para cuidados médicos, ou seja, é totalmente dependente de políticas públicas.

Em 1914, logo após a Primeira Guerra Mundial, as operações foram realizadas devido ao grande número de feridos, dez anos depois, houve a levante da vacina, vacinação obrigatória no Brasil com o objetivo de erradicar a doença. No entanto, a falta de investimento em saúde, recursos e equipamentos tem um impacto maior no conforto pessoal e na sustentabilidade. Segundo o filósofo Bowman, seu conceito de modernidade fluida carece de estabilidade, ou seja, a ideia de coletivo e unidade é substituída pelo individualismo nas relações sociais.

Portanto, é claro que as medidas devem ser tratadas para evitar que isso aconteça. O importante é que o estado forneça recursos aos postos de saúde para melhorar o sistema de atendimento público, formar os médicos que atendem aos hospitais,