As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

Na série “3%”, todo jovem que completa vinte anos de idade recebe uma chance de passar pelo processo para ascender ao Maralto. Na ficção, o Maralto é tão almejado, pois retrata uma sociedade perfeia, na qual não exitem conflitos e todos vivem em paz. Entretanto, fora das telas, as formas de exclusão e seus impactos na saúde brasileira tornam-se um impedimento à instalação da sociedade maraltense no Brasil. Esse impedimento ocorre não só pela negligência governamental, mas também pelo preconceito da sociedade. Nessa perspectiva, não há dúvidas de que essa problemática precisa ser superada.

Primeiramente, cabe destacar que a Constituição Federal de 1988 garante que é dever do Estado promover uma saúde de qualidade a todos os cidadãos. Todavia, essa garantia é ineficaz, já que o governo não se mobiliza para criar políticas que ofereçam, de fato, essa universalidade do acesso à saúde por toodos. Como se não bastasse, apenas em 1992, a OMS (Organização Mundial de Saúde) promoveu a exclusão da homossexualidade como doença mental. Nesse viés, vusto que esse cenário é preocupante, medidas governamentis são cruciais.

Outrossim, o preconceito da sociedade ainda é um impasse. É sabido que a população braisileira possui uma grande resistência à integração das minorias - sejam elas étnicas ou sexuais no contexto social. Consequentemente, há a triste indiferença no tratamento nos hospitais com as mesmas, por exemplo, o que resulta no amadurecimento desse problema. Contudo, Maquiavel já afirmava que uma mudança deixa sempre patamares para outras mudanças. Assim, uma mudança precisa inicia-se na sociedade para possiblitar reverter esse episódio.

Diante do exposto, essa mazela deve ser combatida. Logo, urge ao Ministério da Saúde, junto à mídia - principal difusora de informação e formadora de opinião na atualidade - realizar a conscientização a sociedade e, principalmente nos profissionais da saúde, sobre a impostância do tratamento igual para todos durante os atendimentos e procedimentos hospitalares. Tal ação, será realizada por meio de campanhas e palestras, de acesso gratuito e coletivo, que acorrerão nos canais de posse estatal, com o fito de assegurar que todos são iguais e que tenham seus direitos cumpridos perante a Constituição. Sendo assim, alcançar-se-á o “Maralto brasileiro” e todos viverão em paz, como em “3%”.