As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 05/08/2021

Conforme o Artigo, de número 196, da Constituição da República Federativa do Brasil, diz “A saúde é direito de todos e dever do Estado…”. Contudo, não é a real situação do país, mesmo que tenha diminuído com o passar dos anos, ainda é presente um descaso e preconceito com os diversos pacientes que frequentam as unidades de saúde diariamente.

A priori, o Brasil é um país muito grande, e consequentemente, muito diversificado. E fica muito comum diferentes tipos de pessoas utilizarem do mesmo sistema de saúde, no caso público, como o SUS (Sistema Único de Saúde) e devido ao preconceito acabam por serem discriminadas no atendimento, sendo muitas das vezes, tratadas até mesmo com repulsão como no caso de pessoas com diferentes opiniões sexuais, gays e trans, ou então com um olhar mais julgador em casos de gravidez na adolescência.

Eventualmente, os agentes que praticam os atos de exclusão geralmente costumam ser pessoas mais velhas, devido a educação recebida de avós e convivência com mentes mais “fechadas”. Segundo o alemão Karl Kraus, “Educação é aquilo que a maior parte das pessoas recebe, muitos transmitem e poucos possuem” deixa explícito que a educação tem enorme relevância no comportamento errôneo de exclusão social.

Em suma, para a solução desse problema, faz-se necessário atitudes de certos agentes contra a exclusão social. Portanto, o governo juntamente com o Ministério da Cidadania devem estabelecer e anunciar campanhas contra a exclusão por meio da mídia, e com o MEC (Ministério da Educação) criar e divulgar palestras para as comunidades e concientiza-las por meio da educação, não só os não relacionados profissionalmente com as unidades de saúde mas também aos envolvidos na área. Com as devidas providências, haverá um atendimento mais igualitário idependente do paciente que buscar o devido atendimento e a quebra do preconceito estabelecido.