As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 06/08/2021
Desde a Constituição Federal de 1988, a saúde é direito de todos e dever do Estado. Contudo, a negligência que é criada a partir da desigualdade social no Brasil, traz sequelas e problemas principalmente sanitários para essa parte da população “excluída”. Com efeito, fica evidente a necessidade de uma maior conscientizaçao dos brasileiros em relação aos preconceitos e exclusões na sociedade, além disso, analise o enorme descaso que o Governo tem à sáude.
Do primeiro ponto de vista, é importante enfatizar a banalização da discriminação na sociedade atual. Ainda nessa perspectiva, segundo a filósofa Hannah Arendt, ele utiliza o conceito de “banalidade do mal” para afirmar que o pior é visto como cotidiano e corriqueiro. Considerando que o comportamento hostil nos grupos sociais é generalizado, mas representa a lacuna principal do princípio da igualdade garantido pela Constituição atual.
Destarte, em relação à intolerância, também foi destacada como negligência do governo com o sistema de saúde do Brasil. Segundo dados do Conselho Nacional de Medicina, nesse preconceito, apenas cerca de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro é gasto com saúde a cada ano. Portanto, esse descaso é óbvio um fator que afeta a qualidade dos serviços prestados às pessoas, entre essas pessoas, muitas vezes são mortos de preconceitos.
Diante dos aspectos destacados, evidencia-se a necessidade da atuação do Ministério da Educação por meio de palestras ministradas por professores de Sociologia, com objetivo de conscientizar os cidadãos sobre a diversidade existente na sociedade, buscando uma diminuição do preconceito. Ademais, o Ministério da Saúde, por meio de investimentos, garanta equipamentos e principalmente uma formação de profissionais capacitados aos serviço, uma maior amplitude de atendimentos. Somente assim, será possível garantir que a constituição atual prega.