As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

“A injustiça em um lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar”. Uma frase, do pastor e ativista estadunidense Martin Luther King, Expressa a visão de que qualquer comportamento injusto, por mais trivial que seja, viola a justiça, porque o corpo social é um organismo vivo e não pode ser pensado de maneira separada. Ao se analisar o conceito relacionado ao sincronismo, nota-se que ao se referir à forma de exclusão no sistema de saúde e suas consequências, vale destacar que esse encobrimento de certas minorias tem causado muitos problemas atuais e futuros. exacerbou a melhoria das condições de saúde atuais do Sistema brasileiro.

Sob esse viés, pode-se inferir que as pessoas mais afetadas por esse tipo de discriminação são a comunidade LGBTQ +. Elas não ganharam mais espaço no âmbito da melhoria da saúde, mas foram perdendo-o gradativamente. Por exemplo, em 2019, o Ministério da Saiu de circulação o Saúde. Foram retirados os folhetos de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis envolvendo as pessoas trans, que dificultavam a resolução das doenças atuais e o desenvolvimento da medicina preventiva. Além disso, a saúde não deve ser considerada apenas como a doença, mas a saúde deve ser vista como uma situação de problemas pendentes, como falta de materiais, superlotação e falta de preparo para o atendimento.

Além disso, o sistema único de saúde deve seguir suas diretrizes para equalizar a população e tornar-se mais incluído e efetivar como melhorias, como formação de profissionais na modalidade de educação a distância para melhor atender essa população. Outro fator que precisa ser analisado é que a comunidade LGBTQ + não é apenas uma doença sexualmente transmissível, pois uma das limitações do sujeito social é que os profissionais de saúde acreditam que a grande maioria são apenas portadores dessas doenças. No entanto, a discriminação na comunidade é muito mais do que apenas um problema no sistema de saúde, mas uma pequena doença da comunidade que mata rapidamente.

Portanto, como atividades públicas relacionadas à prevenção e tratamento de doenças devem ser realizadas em todas as fontes de mídia, e realizado em âmbito nacional pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Direitos Humanos, um fim de tratar a saúde como um direito humano e enfatizar a necessidade de fornecer serviços à comunidade LGBTQ + Sujeito a qualquer discriminação, restrição ou rejeição com base na orientação sexual e identidade de gênero.