As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 30/07/2022
Na Carta Magna está escrito em seu artigo 5,que todos brasileiros têm direto a saúde a qual deve ser livre de preconceito seja ele por motivos étnicos, socioais ou econômicos.Entretanto, na atual conjutura brasileira não é isso que acontece pois boa tarde de cidadãos não encontram nos serviços de saúde um ambiente acolhedor o que favorece o distanciamento de certos grupos como trans sexuais a buscarem atendimento nos postos de saúde.Nesse contexto, torna-se necessário analisar os principais impactos dessa problématica: a negligência governamental e o aumento de doenças nos grupos mais vulneráveis.
Em primeira análise, é lícito postular que mesmo a sáude sendo um direito garantido em lei, ela não chega a todos.Nesse raciocínio, a saúde deveria ser tratada com equidade ou seja ofertar mais para aqueles grupos mais vulneráveis, afim de diminuir as desigualdades. Essa situação vai de encontro ao que o jornalista brasileiro Gilbeto Dimestein,escreve em seu livro ,“Cidadão de Papel” onde os direitos adquiridos , mas não usufruídos e isso acontece na grande maioria, por falta de condições fornecidas pelo Estado.
Ademais, outro fator a salientar é o fator adoecimento e a informação que não chega de forma eficaz nos mais pobres.Segundo o jornal “Correio Braziliense” crinaças em situação de probreza são mais propensas a desenvolverem transtornos mentais,como hiperatividade e déficit de atenção.Ora, se são insuficientes as políticas públicas para tratar os individuos de forma centrada no biológico, no psicológico ficará em segundo plano, o que não deveria pois a saúde deve ser tratada levando em conta todos os determinantes que agravam o bem- estar físico e mental.
Logo a fim de mitigar o problema é preciso isso: que os cidadãos tornem mais concientes de seus diretos e possam cobrar do Estado sua efetivação, para isso o Ministério da Educação juntamente com o Ministério da Saúde deve promover campanhas na mídia e nas escolas para que as pessoas tornem se ativas do seu cuidado e que não aceitem ser discriminadas pela sua cor, religião ou condição social.Ademais, deverá ser feita palestras nas comunidades com a presença de psicologos, médicos e enfeiros, para que diminuam os impactos da exclusão.