As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 02/09/2019
No início da colonização os nativos brasileiros praticavam o escambo, a troca de madeiras por bugigangas com os europeus. Entretanto, ao longo séculos essas relações econômicas mudaram, trazendo grandes mazelas quanto ao uso da nova moeda virtual. Para isso, a falta de segurança e baixa receptividade dos estabelecimentos corroboram esse cenário alarmante.
Como supracitado, a insegurança ainda presente no uso do bitcoin, tem se tornado um dos grandes entraves para o seu uso. Basta ver que constantemente pequenos investidores são persuadidos a adentrar em sites de terceiros, que pregam um mundo ilusório aos seus usuários de que com mínimo de dinheiro e tempo o cidadão irar ficar rico da noite pro dia, ou que acabam caindo em golpes como o da “pirâmide”, que incentiva pequenos investidores a recrutar membros em troca de remuneração, os deixando dependentes do ato enquanto só quem ganha é o vendedor do produto, similar a fala do filósofo Erasmo, que diz, os males entram na vida dos homens fantasiados do bem. Logo, é inaceitável que um país que se diga tão repleto de tecnologias, ainda deixe sua população exposta a tamanhas atrocidades.
Ademais, a baixa receptividade do mercado fomenta a problemática. Haja vista que muitos estabelecimentos ainda não aceitam o uso da moeda virtual, por um medo que se impera desde a crise de 29, no qual os EUA estava passando por uma instabilidade econômica e várias pessoas que tinha dinheiro aplicados na bolsa de valores, resolveram vender suas ações, com medo de perderem suas finanças, gerando um colapso mundial. Tal contexto se torna um empecilho para que mais indivíduos passem a usar o bitcoin, pois nem um palpável e que não é aceito como forma de pagamento no seu dia a dia. Logo, embarreirando o progresso tecnológico do país e mantendo-o preso a era dos titãs. Dessarte, é mister que o Governo Federal e o ministério da tecnologia elaborem projetos para informar a população dos perigos e benefícios da moeda virtual, por meio de divulgações em rádios e tevês que orientem a população a se prevenir de plataformas digitais criminosas, dando diretrizes a buscar mais informações antes de investir qualquer dinheiro, tentar conversa com alguém mais experiente no mercado, ficar mais atento a promessas de mundo ilusório. Tal iniciativa deve ainda incentivar a adequação de pequenos e grandes estabelecimentos, mostrando os benefícios tanto na rapidez em pagamentos quanto na sua segurança. Dessa forma, fazer com o Brasil se torne um país mais seguro e moderno economicamente.