As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 08/10/2019

No livro " A Riquezas das Nações", Adam Smith, pai do liberalismo econômico, teoriza a existência de uma mão invisível, a qual regula e controla o mercado capitalista. De maneira análoga, o uso de criptomoedas, como o Bitcon, seja pela facilidade do fluxo de capitais, seja pela integração da economia mundial, corrobora com tal teoria. Assim, hão de ser analisados tais fatores.

Em primeira análise, cabe pontuar que a facilidade dos fluxos de capitais é um dos principais fatores relacionados a essa situação. Com o advento do Toyotismo e da 3 fase da revolução industrial, o uso de meios digitais de comunicação, como a internet, tornou-se mais presente no cenário mundial. Nessa lógica, é indubitável, felizmente, que o uso de moedas digitais promovem trocas de bens econômicos mais facilmente, visto que essas podem ser compradas, vendidas e trocadas usando apenas um computador com acesso à internet.

Em segundo plano, é importante ressaltar que a integração econômica mundial é outra vantagem alcançada pelo uso dessa tecnologia. Conforme Pierre Joseph, filósofo e economista francês, com o suprimento das tarifas, será proclamada a igualdade e solidariedade entre os povos. Nessa perspectiva, é inexorável, ainda bem, que o uso de moedas digitais compactua com essa máxima, uma vez que permitem a realização de acordos comercias sem a participação de bancos nacionais ou a intervenção de governos e, por fim, sem tarifas alfandegárias excessivas.

É evidente, sendo assim, que o ações devem ser realizados com o objetivo de expandir o uso de criptomoedas no mercado mundial. Dessa forma, o Banco Mundial, por este ser o organizador da vida econômica mundial, deve incentivar o uso do Bitcon, por meio de acordos comerciais e tratados bilaterais, com bancos e governos nacionais. Espera-se, com isso, a expansão do uso dessa tecnologia, mas também a facilidade das trocas de capitais.