As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 09/10/2019

“É impossível progredir sem mudanças.”- George Shaw,jornalista inglês.Diante dessa afirmação,as moedas virtuais e a revolução das relações econômicas teve mais visibilidade quando ajudou a recuperar a crise mundial em 2008,nos países desenvolvidos,pois a moeda proporciona maior liberdade no mercado.Contudo,no Brasil essa nova era digital, pode ser lenta e desigual, seja pela perenidade da desigualdade social,seja pela falta da educação financeira, impossibilita a progressão do país.

Em primeira análise, a desigualdade socioeconômica dificulta a implantação das moedas virtuais para a maioria dos brasileiros.Nesse sentido, as novas relações financeiras são executada exclusivamente por sistemas de computadores, por exemplo a moeda Bitcoin, que utiliza o “Blockhain” para os registro das transações.Entretanto, o acesso à internet,Smartphone, e computadores não são a realidade de muitos brasileiros, como na metade da cidade de Bom Jesus, no Piauí, nos dias hodierno não tem energia elétrica, como retratou em um dos episódios do Caldeirão do Huck. Logo, as moedas virtuais podem trazer perspectiva de futuro para população,porém é necessário um investimento regional para alcançar as novidades do meio técnico-informacional.

A posteriori, devido aos setores importantes para o desenvolvimento do país precisarem de melhorias, somando-se a forte cultura capitalista,dificulta conhecimento sobre educação financeira. Diante disso, 62 milhões de brasileiros fecharam 2018 com nome sujo,diz o Serviço de proteção ao crédito (SPC).Dessa forma, atitudes de investimentos em moedas virtuais, ou aprender sobre relações econômica não fazem parte do cotidiano de muitos indivíduos brasileiros.Em síntese, a falta de uma educação financeira prejudica a valorização da moeda online e formação de relações econômicas, o que resulta no retrocesso do Brasil.

Infere-se,portanto, que os atores sociais trabalhem juntos para combater a desigualdade e fomentar a educação financeira. Para tanto, o Ministério das Cidades e das Comunicações devem realizar um projeto socioeconômico.Ademais, tal empreitada será executada por meio das Prefeituras municipais  para ampliar o acesso à energia elétrica e disponibilizar cursos gratuitos sobre mercado financeiros, como forma de ajudar na renda doméstica e estimular a educação financeira.Por fim,objetiva-se uma sociedade mais desenvolvida, e que o progresso seja perene na sociedade.