As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 12/10/2019

Relatórios do World Economic Forum mostram um aumento nas transações feitas por moedas virtuais, o mundo está no meio da quarta revolução industrial, apontam cientistas sociais, e dentro desse novo universo encontra-se o bitcoin. Sob essa ótica, alguns entraves devem ser levantados para mitigar problemas como a maneira de lidar com as novas maneiras de negociações e o acesso a esse pseudo dinheiro.

Em primeiro lugar, o novo causa sentimentos estranhos, é preciso saber lidar com essa nova maneira de ver o dinheiro. Há anos as transações financeiras são feitas por bancos, esses cuidam de todo o dinheiro e impõe taxas para realizar esse trabalho. A moeda virtual chega nesse cenário para derrubar o que é conhecido, com transações rápidas e não taxadas, desde 2009 se mostra o futuro das negociações. Governos e bancos tentam barrar a nova moeda, pois pode gerar menos lucros com essa política sem taxas.

Por conseguinte, é válido ressaltar que a moeda virtual não é acessível a todos. No Brasil, por exemplo, um país subdesenvolvido, o acesso a internet é precário, fato que torna o bitcoin exclusivo para uma parte da população. Nesse panorama, é conclusivo que muitas pessoas não conseguem ter acesso a essa inovação, transformando-a em uma revolução para poucos. Por outro lado, não possuir taxas é um benefício que, ao se ter o acesso, pode melhorar a vida financeira de muitas pessoas.

Diante dos fatos expostos é possível aferir um futuro indefinido mediante as transações financeiras. É dever do Ministério da Economia, juntamente com as escolas, ministrar palestras didáticas sobre economia, a fim de levar consciência de mercado para a população, e assim (…). Por fim, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Regional investir na área de comunicação e levar a internet para todas as cidades do país, e assim introduzir de maneira integral a população na chamada quarta revolução industrial, com isso um futuro próspero e menos desigual pode ser visto.