As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 17/10/2019
No período das grandes navegações, moedas de troca como especiarias, foram usadas até que fosse atingida a era mercantil, no qual outro e prata tornaram-se moedas. Embora ainda sejam usadas, moedas palpáveis tem perdido espaço no mercado financeiro, dando lugar às moedas virtuais. Entretanto, muito pouco se é informado à população comum sobre tal fonte de economia, tornando tal fonte um impasse social.
Segundo o filósofo Adam Smith, o mercado econômico é movido por uma mão invisível, sendo assim, os interesses comerciais se organizam sozinhos entre si. Levando em consideração o pensamento do filósofo e o mundo totalmente virtual em que a sociedade está imergida, pequenos comerciantes estão sendo levados a vender e receber o pagamento de seus produtos pela internet, ora que grande parte da sociedade mundial se encontra virtualmente, o mercado econômico tende a seguir o mesmo caminho.
Apesar de ser conhecido e usado universalmente, a adesão à moeda virtual ainda gera desconforto em grande parte da população, com ênfase em pessoas a partir dos 40 anos. É indispensável visar que por um lado há uma leque de grandes mudanças econômicas e por um outro, informações rasas ou escassas sobre tal mudança monetária. É evidente que tais fatores acarretam insegurança ao migrar da moeda real para uma virtual. Portanto, criar uma moeda virtual não é o suficiente, é necessário instruir sobre o seu uso. Sendo assim, as mídias devem se unir com bancos virtuais, afim de produzirem propagandas informativas para televisão, rádio, jornais e revistas, que levem toda sociedade a entender como funciona o uso das moedas virtuais. O ministério da economia deve reconhecer, validar e garantir seguranças sobre as moedas virtuais e o seu tráfego em território nacional, para que toda insegurança social sobre o seu uso seja desfeita. Somente assim o quadro das moedas virtuais poderá ser revertido.