As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 21/10/2019
Sísifo brasiliensis
Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma enorme pedra morro acima eternamente. Assim, todos os dias, ele atingia o topo do rochedo, todavia, era vencido pela exaustão, então a pedra retornava à base. Hodiernamente, na era da tecnologia, esse mito assemelha-se à luta cotidiana dos cidadãos que visam o progresso econômico mundial e tentam ultrapassar as barreiras e limites geográficos, ascendendo moedas virtuais. Nesse contexto, convém analisar os entraves que envolvem a efetivação da Quarta Revolução Industrial, uma vez que, se torna cada vez mais desafiadora.
A princípio, é notório que os avanços tecnológicos dos séculos XX e XXI revolucionaram as relações sociais no tocante à economia. Sob essa perspectiva, vale ressaltar o gradual desenvolvimento e transformações que o dinheiro sofreu ao perpassar povos e lugares. Por exemplo, os portugueses, quando chegaram no Brasil, usaram o escâmbo (troca de objetos por mão de obra) como primeira moeda de troca no território. Nesse sentido, cerca de quinhentos anos após a colonização, é latente a evolução da moeda, pois, analoga às demais maneiras de avanço, consolida a força de um país.
Posteriormente, as relações internacionais proporcionaram o progresso dos países. Assim, surgiram os blocos econômicos, o Brasil, denominado emergente, faz parte do bloco Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS). Esses, apoiam-se de diversas formas, para que haja mais desenvolvimento. Nessa lógica, as moedas virtuais surgiram para além dos blocos, uma vez que, graças à internet, propõe a globalização da economia, visto que, já existe um forte comércio via redes sociais e sites como o “mercado livre”, faz-se necessário corroborar a excelência do dinheiro digital para facilitar as relações.
Ante o exposto, o apoio prol Quarta Revolução Industrial é indubitável. Portanto, cabe ao governo de cada país, por intermédio de propagandas e anúncios nos meios de comunicação, incitar o debate acerca dos benefícios das moedas virtuais, com o fito de informas as camadas populacionais sobre o assunto. Não obstante, no Brasil, a televisão pode retratar o contexto por meio de novelas, pois, é um dos principais comunicadores das interações humanas. Desse modo, poder-se-á cooperar com os Sísifos brasileiros, conscientizando todos sobre o desenvolvimento da nova moeda.