As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 21/10/2019

A CINESIA DO CAMINHO

Conforme a segunda lei de Newton - a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele, mudando-o de percurso, a relação inexperiente dos cidadãos brasileiros com o uso da internet é um problema, visto que, a falta de pesquisas e informações faz com que envolvam-se erroneamente perante assuntos de relevância. Nesse contexto, convém analisar o papel fundamental do Estado e suas ações perante a situação, uma vez que, torna-se cada vez mais desafiadora.

A princípio, a Constituição Cidadã de 1988, garante a segurança como direito de todos e dever do Estado, sendo o compromisso desse, disponibilizar meios de comunicação e informações que mostrem dados verdadeiros sobre o que perpetua na mídia dos websites, todavia, o Poder Executivo não efetiva esse direito. Nesse sentido, vale ressaltar a lógica de Aristóteles no livro “Ética a Nicômaco”, no qual disserta que a política serve para garantir a felicidade dos cidadãos, logo, verifica-se que esse conceito encontra-se deturpado no Brasil, uma vez que, urge acabar com o problema da má distribuição de informações das redes sociais. Dito isso, têm-se o exemplo das pessoas que investem nas moedas virtuais e compram ações sem pensar nos prós e contras, assim, ficando a mercê de uma maior perda do que um acúmulo de lucros.

Em segunda análise, sabe-se que muitas aplicações geram mais rendimentos comparado a taxa de juros referente a uma poupança tradicional, entretanto, as transações virtuais nem sempre são mais eficazes, pois, há um perigo maior de perda em prol da subjetividade dos negócios eletrônicos, sendo que esses encontram-se . No entanto, o Jornal Nacional mostrou, no ano de 2019, que o número de brasileiros em atividade com moedas virtuais cresceu relativamente comparado aos anos anteriores. Sendo assim, cabe dizer que se o uso adequado desses meios de transação poderão corroborar para os setores da economia, bem como para comunidades virtuais que tenham o mesmo interesse – em crescer financeiramente.

Ante o exposto, faz-se preciso que o Poder Executivo invista no Ministério da Educação, para que esse, contrate profissionais qualificados e implante a matéria de modelos econômicos e investimentos em todas as escolas do país, assim, os jovens aprenderão desde cedo sobre as moedas, podendo trabalhar com isso de forma consciente. Outrossim, é necessário que a mídia de televisão divulgue maiores informações, por meio de novelas que abordem tal questão, influenciando a população como um todo sobre pesquisas conscientes antes de usar qualquer sistema virtual. Desse modo, sanar-se-á a problemática, modificando o percurso como a força descrita por Newton.