As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 28/10/2019

O trabalho é moeda corrente. A declaração de Adam Smith, filósofo e economista do século XVIII, dá início a reflexão de como as moedas virtuais e a revolução das relações econômicas representam um desafio a ser organizado, de forma mais organizada, pela sociedade brasileira. Esse fato se evidência não só por ser regulamentado, mas também, pela falta de informação por parte da população.

Em primeira análise, por ser um dinheiro não regulamentado e digital, já causa insegurança nos possíveis usuários. Acostumados, historicamente, apenas com a moeda física até o século XX, o surgimento de contas e bancos virtuais já foi de grande novidade para a população geral, principalmente os mais velhos. Sendo ainda um tabu, por conta da insegurança que passa as muito desconhecidas moedas virtuais, como  por exemplo o bitcoin.

Somado a isso, o não conhecimento do funcionamento das novas moedas se torna um obstáculo. Segundo matéria do jornal A Gazeta, o bitcoin é seguro, barato e rápido de efetuar transações e pagamentos. Porém, apesar de estar ganhando grande destaque e estar sendo cada vez mais utilizado, economia e tecnologia não é um saber comum de todos os brasileiros. O que ainda impede o Brasil de ter avançado como os outros Países nesse quesito.

Portanto, medidas precisam ser tomadas para resolver esse impasse. É necessário reeducar as pessoas financeiramente, e para isso deveria ser feito um projeto em que o Ministério da Educação tornasse obrigatório a matéria de educação financeira nas escolas. Para que as pessoas tenham conhecimento do que ta acontecendo no Brasil e no mundo e possam tirar proveito e/ou se proteger de todas as situações geradas. Espera-se com isso que a população brasileira se torne mais consciente e ativa economicamente.