As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 06/09/2020

As moedas virtuais, conhecidas como biticoins, estão tomando grandes proporções no mercado internacional, ganhando maior volume de negócios, especialmente no Brasil. Entretanto, seu rápido crescimento sem devidos acompanhamentos de autoridades, facilitam a prática de atividades ilícitas, além de propiciar a violência na sociedade.

Tendo em vista que após três longas revoluções industrias, a humanidade pode estar vivenciando sua quarta, tento como princípio as criptomoedas, as quais podem revolucionar todo o cenário econômico dos dias atuais. No que se diz respeito ao poder de compra dos biticoins, existem diversos produtos disponíveis a venda em sites virtuais. Dessa forma, por ser um mercado anônimo, o comerciante possui a liberdade de ofertar em sites produtos como armas e drogas, sem nenhuma dificuldade burocrática.

Além disso, por ser um mercado que proporciona a venda destes produtos de forma segura, facilita o porte de armas por pessoas não autorizadas, logo aumentando o índice de criminalidade pela cidade. Para Martin Hilbert, doutor em Comunicação, Economia e Ciências Sociais, a respeito do uso do uso das moedas virtuais, diz: “É um ambiente novo e difícil de controlar”, ou seja, o Estado não está preparado para este novo cenário que apresenta diversas dúvidas em relação a sua fidelidade no mercado.

Portanto, cabe ao Estado, responsável por promover todas as ações necessárias para o bem comum, adotar maior fiscalização aos produtos comercializados pelas moedas virtuais, por meio da implementação de uma lei que bloqueie seu uso no país, dificultando este grande contrabando de produtos ilegais comercializados por tais sites de internet, para assim, esta moeda possa ser aceita e utilizada em todo o mercado nacional.