As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 29/06/2020

É notório que o uso de dinheiro é essencial numa sociedade capitalista. Nesse contexto, ao longo dos anos novas formas para representar recursos surgiram, sendo uma delas as moedas virtuais, totalmente privadas, que não sofrem regulação estatal. Dessa forma, não sofrendo com crises inflacionárias ocasionadas pelo governo.

Em primeira análise, é mister ressaltar o porquê de existirem esses meios. Sob essa ótica, como ocorreu com o caso do brasileiro Daniel Fraga, que para fugir de processos, transformou seu patrimônio em “Bitcoin”, muitos usam essas formas de dinheiro, para fugir da justiça, devido a falta de regulação destas. Destarte, tornando assim, esses meios muito atrativos para criminosos.

Adiante, é valido inferir as vantagens trazidas por essas expressões virtuais de recursos. Nesse sentido, sendo a mais relevante a seguridade desses meios contra  as cha-madas bolhas inflacionárias - termo que se refere as cri-ses provocadas por impressão desregulada de dinheiro por parte do governo -  assim como ocorreu com a queda da bolsa de Nova York em 1929. Isto posto, cria-se uma a-tratividade para essas representações em países instáveis.

Dessarte, considerando a desregulação de cunhos eletrônicos, cabe aos Ministérios da Economia junto aos seus Poderes Legislativos, por meio do devido trâmite legal, permitirem o uso dessas numerárias intangíveis, assim como ocorreu na Suiça. Assim, retirando a necessidade  de cidadãos de bem esconderem seus patrimônios do governo, dessa maneira torna-se muito mais fácil reconhecer os verdadeiros criminosos.