As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 01/07/2020

Do escambo para moeda, da moeda para o dinheiro, e por fim, do dinheiro para para as moedas virtuais. Conforme as revoluções tecnológicas se sucedem, o ser humano tem a necessidade de mudar a forma como as transações econômicas acontecem. Isso posto, o crescente desenvolvimento global gerado pela era moderna da humanidade, irá impulsionar a troca da cédula, já conhecida, de papel, por algo mais abstrato,  as “criptomoedas”.

Sendo assim, a chamada quarta revolução industrial, ocorrerá fatalmente, e tudo que é conhecido hoje no sistema econômico capitalista poderá sofrer ajustes, adaptando-se a nova realidade trazida pelas moedas virtuais. Tendo em vista que esse mercado já movimenta mais de 200 bilhões de dólares em todo o mundo, fica claro o quanto precisa-se de conhecimento e investimento nessa área que está em ascensão nos últimos anos.

Contudo, a falta de investimento nessa instância revolucionária é preocupante, visto que, não há visibilidade estatal aparente em tal relação econômica. O Brasil, que já é considerado país de terceiro mundo, caso não haja o enaltecimento dessa conjuntura, iria apenas continuar tendo uma visão para com o resto do mundo de um país subdesenvolvido. Ou seja, o Estado brasileiro precisa alertar-se com o avanço das criptomoedas.

Conclui-se que com o cenário crescendo exponencialmente, não pode-se simplesmente deixa-lo de lado, portanto, o envolvimento do governo brasileiro - junto do ministério da economia, com o mercado das moedas virtuais é necessário. Envolvimento esse, que pode ser realizado através do incentivo monetário e acompanhamento por parte do Estado, junto com os investidores do mercado on-line.