As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 31/07/2020

Juntamente com o capitalismo, veio a criação das bolsas de valores, além dos bancos mundiais pós Segunda Guerra Mundial, permitindo uma maior globalização econômica. Com a evolução da tecnologia, hoje, em plena Quarta Revolução Industrial, há a difusão das moedas virtuais, que estão alterando radicalmente o modo de pensar sobre a economia, em virtude da obscuridade e dos riscos ao sistema financeiro internacional.

Primeiramente, é importante destacar a carência de conhecimento da população acerca das novas relações econômicas virtuais, tendo em vista que nem mesmo os governantes, no geral, têm ciência da novidade. Além disso, pouco se sabe sobre os efeitos que essa nova tecnologia irá causar ao cidadão no dia a dia. Dessa forma, é evidente que o tema precisa de maior esclarecimento ao povo.

Além disso, destacam-se os riscos que são propostos ao sistema financeiro. É um desafio saber até que ponto as moedas virtuais podem afetar as economias dos países, uma vez que o momento de globalização vivido abre espaço ao mercado transnacional. Diante de tantas incertezas, que por si só já alteram valores nas Bolsas pela especulação financeira, é evidente que trata-se de uma mudança drástica, com poder para afetar todo o mundo atual.

Infere-se, portanto, a necessidade de, tanto o Estado quanto os desenvolvedores das moedas virtuais, esclarecerem à população sobre o que está acontecendo, por meio de diversos recursos midiáticos, para gerar a deliberação e, posteriormente, decisão popular para que caminho optarão. Por fim, é fundamental que as diversas moedas virtuais sejam regulamentadas no momento pelo Governo, a fim de análise e proteção ao cidadão, para evitar possíveis prejuízos econômicos individuais e coletivos.