As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 27/08/2020
As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
A nova moeda virtual chamada de Bitcoin se define como inovação tecnológica, onde o dinheiro não é regulamentado, não tem conversão para a moeda oficial e só os seus desenvolvedores tem o seu controle, o que parece ser ainda uma atividade econômica insegura, mas a globalização exige uma nova visão do mundo financeiro, como disse Klaus Schwab: “Não muda o que estamos fazendo, mas a forma como estamos fazendo”, ou seja, a revolução das relações econômicas se faz necessária devido à sua praticidade.
O Bitcoin é considerado pelo Banco Central do Brasil “uma atividade de riscos ilícitos” por não ter nenhum órgão que o controle, tornando-o assim suscetíveis as transações ilícitas como: sonegação, lavagem de dinheiro e corrupção, atitudes essas que são frequentes com o uso da moeda fiduciária, mesmo com a fiscalização da Receita Federal, que se mostra ainda ineficaz no combate a irregularidades financeiras.
No mundo de hoje, as relações ocorrem de forma globalizada, e portanto são rápidas, práticas e muitas das vezes eficazes, como no caso da moeda virtual, que vem revolucionar as relações econômicas pela forma de lidar com o dinheiro, ou seja, bastante diferente do que é o costume, sem depender de bancos, corporações ou governos para movimentá-lo, podendo ser usado para pagar bens e serviços.
Levando-se em conta que a moeda virtual já está incorporada na nova visão de mundo financeiro e provavelmente se fortalecerá devido a demanda da sociedade, é importante que haja um controle mais rigoroso dos órgãos competentes (no caso, a Receita Federal), na fiscalização do uso do Bitcoin para inibir os contraventores e dar mais segurança aos seus usuários, e assim, tornar mais eficaz o uso dessa nova moeda.