As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 28/08/2020
Em 1929, com a quebra da bolsa de Nova York, muitos afortunados perderam expressivas somas no mercado de capitais. Nesse contexto, Keynes, baseado no equilíbrio produtivo, incentivo ao trabalho, serviços, renda e bem-estar social, devolve a pujança econômica aos Estados Unidos da América. Entretanto, hoje há a difusão das moedas virtuais que estão alterando radicalmente o modo de pensar sobre economia, em virtude da obscuridade e dos riscos ao sistema financeiro internacional.
A priori, as novas relações econômicas virtuais necessitam de maior conhecimento à população, visto que nem mesmo os governantes, no geral, estão cientes da novidade. Sem dúvidas, a aplicação em moedas virtuais pode ocasionar a total perda dos valores aplicados.
Entretanto, destaca-se os riscos que são propostos ao sistema financeiro. Desse modo, e pelo exemplo americano, percebe-se que a riqueza se fundamenta nas atividades produtiva e laboral e na educação financeira. Por isso, as mudanças econômicas, as quais a humanidade perpassou, sempre foram alicerçadas no processo produtivo e nas relações de trablaho.
De acordo com os fatos supracitados, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo o Governo, por meio de busca de investimentos, deve promover a regulamentação dessas moedas, as escolas, junto às comunidades, devem desenvolver projetos que abordem os processos econômicos e as relações de consumo, a fim de proteção ao cidadão. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado.