As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 02/09/2020

As moedas virtuais também conhecidas como criptomoedas, podem ser definidas como qualquer forma de dinheiro movimentado por meio da internet.Na sequência, essas nova vinculação econômica é em muitas ocasiões usadas como facilitadoras de transações e pagamentos virtuais.Embora seja uma conquista, o problema das criptomoedas continua presente, visto que há um silenciamento muito grande do tema e da falta de uma lacuna educacional à respeito do uso correto dessa plataforma no Brasil.Sob esse prisma, é importante que esses empecilhos sejam alterados.

Primeiramente, é preciso salientar que a falta de debate sobre as moedas virtuais é uma causa latente do problema.Segundo Foucault, na sociedade pós-moderna, muitos temas são silenciados para que estruturas de poder sejam mantidas.Diante disso, com a modernidade das novas relações econômicas, verifica-se uma lacuna em torno dos debates sobre as criptomoedas, o que contribuiu com o aumento da falta de conhecimento da população sobre a questão, tornando sua resolução mais dificultada.À luz disso, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

Em segundo plano, outra causa para configuração do problema é a escassez de aulas nas escolas que expliquem a maneira certa de se usar essa rede virtual.De acordo com o filósofo Kant, o ser humano é resultado da educação que teve.Sob essa lógica, se há um problema social, há como base uma lacuna educacional.No que tange à moeda virtual, evidencia-se uma forte influência dessa causa, uma vez que a escola não tem comprido seu papel no sentido de reverter e prevenir esse desafio, de modo que não tem trazido esses conteúdos para sala de aula.Dessa forma, é imprescindível para sociedade que essa situação seja modificada.

Urge, portanto, que as escolas, em parceria com o Governo, promovam espaços para rodas de conversa e debate sobre as criptomoedas no ambiente escolar.Tais eventos podem ocorrer no período contraturno e ser financiados por meio de 1% do dinheiro pago em impostos pela população inseridos a Fundep (fundação de desenvolvimento da pesquisa), contando com a presença de professores e especialistas no assunto.Além disso, esses eventos devem ser abertos à comunidade, a fim de que mais pessoas compreendam a importância da moeda virtual.Desse modo, com o Estado aliado à educação é possível acabar as barreiras das moedas virtuais no Brasil.