As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 03/09/2020
As moedas virtuais são um exemplo do avanço da tecnologia no mundo: transações e compras feitos por aparelhos eletrônicos, completamente sem utilizar o dinheiro físico. Entretanto, como essa revolução irá afetar as relações econômicas mundiais? Atualmente essa mudança está alterando drasticamente a forma como a sociedade atual pensa sobre a economia e o sistema financeiro. Portanto, o debate sobre o futuro das relações econômicas é imprescindível para a humanidade.
Em primeiro lugar, é essencial evidenciar o pensamento de Émile Durkheim: “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de nós próprios para aceder à escola das coisas, se as queremos conhecer e compreender”. Ou seja, a sociedade precisa entender essa realidade que está próxima e se amoldar com as dessemelhanças da economia atual. Esse tema se contextualiza na globalização do século XXI pois é imprescindível a compreensão e a mudança de atitude atual, uma vez que quando a revolução das relações econômicas atingirem seu ápice, a mudança drástica poderá acarretar várias consequências negativas para o mundo.
Por conseguinte, podemos citar dois resultados negativos que podem acontecer no mundo: as criptomoedas afetarem o modo de produção da globalização e a escassez de recursos tecnológicos em algumas partes do Globo. A primeira delas consiste na ampliação do controle dos mercados transnacionais, que abalam a economia dos países, colocando milhares de vidas em risco de pobreza. Já a segunda consiste na inviabilização da utilização das moedas virtuais em comunidades mais pobres. Nesse sentido, essa situação precisa ser prevenida.
Portanto, é necessário reverter esse quadro. Logo, cabe ao governo, aliado aos donos dos bancos virtuais, difundirem na sociedade atual essa realidade, preparando o país para essa realidade. Também é necessário o investimento para o acesso da tecnologia à toda sociedade. Essas medidas, podem atenuar os problemas das novas relações econômicas.