As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 04/09/2020
Em 1929, com a quebra da bolsa nos Estados Unidos da América, muitas pessoas perderam grandes quantidades de dinheiro, e a economia se quebrou. Só após diversos anos, a economia americana veio a se recuperar. Na contemporaneidade, visando o enriquecimento, e sem uma maior preocupação com o risco envolvido, muitas pessoas e empresas, investem seu dinheiro nas criptomoedas.
A priori, o processo de incentivo ao consumismo e a valorização do ter e do acúmulo de bens materiais provocam a alienação do ser humano. Assim, o investimento em moedas digitais pode gerar uma grande perda de capital, assim como o ocorrido na crise da década de 30.
A posteriori, Immanuel Kant afirmava que, “o homem é aquilo que a educação faz dele”. Dito isso, com o exemplo americano, percebe-se que a riqueza se fundamenta nas atividades produtiva e laboral e na educação financeira. Com isso, somado aos grandes riscos envolvidos, muitas pessoas perdem dinheiro em seus investimentos, e muito poucas obtém retorno.
Levando em conta os fatos supracitados, para evitar os malefícios que podem vir a ser causados pelas criptomoedas, é necessário que o Governo Federal elabore aulas de educação financeira, e focadas no assunto de moedas digitais, afim de evitar problemas como estouro de bolhas novamente. É importante também, que se crie atividades que envolvam simulações de investimento, para que a população não se torne leiga no assunto