As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 17/10/2020

É ilógico tornar a economia digital em uma nação cuja educação é desigual. Pois a evolução humana sempre foi contínua, em especial sobre a tecnologia, mas o Brasil vive, há anos, com problemas escolares e de desemprego, situação que impossibilita utilizar melhor a digitalização.

Em primeiro lugar, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há, aproximadamente, onze milhões de analfabetos no Estado. A partir disso, nota-se a inutilidade do dinheiro tecnológico, visto que um cidadão sem formação escolar é incapaz de cuidar de sua vida financeira via eletrônicos, por causa da sua falta de conhecimento.

Em segundo lugar, a Revolução Industrial, iniciada pelos ingleses, em 1760, acarretou em inúmeros desempregados, já que homens deram lugar as grandes máquinas. Ao partir desse princípio, percebe-se que muitos têm trocado as grandes filas de espera dos bancos para resolver seus problemas, por via smartphone; logo, a utilidade dos funcionários são trocadas pela grande funcionalidade de aplicativos. Portanto, isso faz parte dos mais de doze milhões de desocupados no país, diz o IBGE.

Em virtude dos fatos mencionados, o avanço da modernização não é o problema, mas sim a falta de educação. Por isso, a alfabetização precisa ser aumentada, mas também curso técnico e profissionalizante relacionado ao avanço robótico do dinheiro, e isso é função do Ministério da Educação (MEC). Então, o povo brasílico terá condição real de acompanhar o desenvolvimento das finanças com as atuais engenharias. E, desse modo, o processo evolutivo da Revolução Industrial não será problema de desemprego.