As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 17/10/2020
Qual o valor monetário de um Bitcoin? Esta é uma dúvida de grande parte da população Brasileira. A maioria nunca ouviu falar sobre o assunto, poucos conhecem e os que já ouviram falar, tem um certo receio para utilizar este recurso. Somente uma pequena parcela da sociedade domina e utiliza as moedas virtuais.
Segundo reportagens recentes, as moedas virtuais, podem ser utilizadas por qualquer cidadão que tenha um pouco de conhecimento na área de tecnologia. O uso deste recurso, foi bastante atrativo para investidores que acabam por não declararem seu patrimônio para a Receita Federal.
A necessidade de Órgãos fiscalizadores estarem mais atentos a certas transações, se dá pelo grande risco destas moedas virtuais serem utilizadas por pessoas que praticam atos ilícitos, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, causando assim um grande impacto na economia do país. No filme “Crypto”, organizações criminosas utilizam Bitcoins para realizar lavagem de dinheiro, pagamentos a criminosos e comércio de armas e drogas. O grande risco das moedas virtuais é o anonimato, é praticamente impossível saber a origem e o destino destas criptomoedas.
Um dos atrativos é a agilidade no pagamento, que pode ser feito de forma rápida, ágil e direta. Tanto que o Banco Central, recentemente, lançou o “Pix”, que será bastante ágil e seguro nas transações, bastando apenas informar um determinado dado cadastrado que a transferência ou pagamento será efetuado na hora. Caracterizando grande evolução no uso de meios virtuais de pagamento, atualmente é bastante utilizado pagamentos por cartões de crédito ou débitos, por aproximação ou até por Qr code, acredita-se que no futuro será pouco utilizado pagamentos em espécie, sendo mais seguro para o usuário em casos de furtos ou roubos.
O Governo Federal deve investir mais recursos financeiros para a contratação de especialistas na área para criarem programas identificadores de transações virtuais destas moedas. Se tornando assim, mais difícil o uso para sonegação fiscal e ilicitudes.