As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 19/07/2021
Em plena Quarta Revolução Industrial, a sociedade por si só está enfrentando diversas revoluções principalmente no campo econômico e tecnológico. Logo, o sistema monetário está em constante evolução e em 2009 foi criada a primeira criptomoeda conhecida como Bitcoin e acabou se tornando a mais famosa moeda virtual. Entretanto, casos de fraudes digitais se tornaram recorrentes até mesmo em território brasileiro. Dessa forma, as relações econômicas são afetadas e é necessário ressaltar os riscos ao sistema financeiro mundial.
Em primeiro plano, vale evidenciar que existem vários tipos de moedas virtuais. São elas as bitcoins, ethereum, XRP, theter, entre outras. A bitcoin ficou conhecida principalmente pela rápida valorização, chegando a atingir o valor de R$ 100 mil reais cada moeda. Entretanto, é preciso que a população tenha mais conhecimento acerca desse assunto pois milhares de transações anônimas são feitas por empresas e é comum esse tipo de dinheiro ser usado para lavagens e fraudes.
Como consequência disso, golpes digitais se tornaram frequentes. Na região sul do Brasil, duas fraudes envolvendo criptomoeda aconteceram em 2019 e de acordo com a notícia, o montante perdido pelas vítimas pode ter chegado a R$ 1,05 bilhão. Em Curitiba, uma falha permitiu o saque duplicado em moedas virtuais e acabou resultando em fraude e no Rio Grande do Sul, empresa fingiu captar dinheiro de clientes e enganou 55 mil pessoas. Logo, um dos maiores perigos nessa grande revolução econômica que está acontecendo no mundo atual é a falta de controle que as pessoas têm sobre o dinheiro virtual.
Portanto, é viável que o Estado e desenvolvedores das moedas virtuais sejam mais rígidos em relação às regras reguladoras das transações que ocorrem virtualmente. Além disso, a população precisa ter conhecimento de como funcionam tais moedas virtuais através de recursos midiáticos a fim de que as pessoas tenham segurança ao realizar procedimentos digitais. Concluindo também que, cabe ao Governo a regulamentação das moedas virtuais para a própria proteção do cidadão.