As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 18/07/2021
A revolução industrial mudou a visão humana nas interações comerciais .Logo, com o avanço do capitalismo financeiro pós Segunda Guerra Mundial, houve a criação das bolsas de valores e dos bancos mundiais, permitindo uma maior integração da economia global. Entretanto, no século XXI a difusão das moedas virtuais alteram radicalmente o modo de fiscalização, cenário dificultoso para a proteção das relações tecnológicas
Em primórdio, é necessário promover maior envolvimento e acesso a informação sobre as moedas virtuais. Visto que, o precariedade domínio do assunto prejudica o desenvolvimento das novas tecnologias e gera novos conflitos, as diversas revoltas populares ocorridas na revolução industrial retratam o distanciamento das camadas mais baixas nas discussões, cenário que transtorna e coloca o poder na mão de poucos. Por isso, em meio a um novo modelo econômico, a participação de todos é de extrema importância.
Além disso, o rápido e desogarnizado desenvolvimento traz riscos ao mercado financeiro. Uma vez que, na crise de 1929, a quebra da bolsa de valores levou ao um contexto de incertezas, dramático para milhares de cidadões norte americanos, a especulação financeira é uma forma de movimentar o mercado por meio de suposições do que pode acontecer com o valor dos ativos, tornando-a variável. Com isso, é visivél como tem transformado-se em uma mudança radical na economia.
Portanto, a nova revolução da economia parte das moedas virtuais, ocorrendo incertezas e necessidade de maiores imformações. Logo, o governo deve proporcionar maior interação com a comunidade, aumentando os ensinos sobre educação financeira nas escolas, através de novas matérias. Além disso, a comunidade precisa estar alerta para reinvidar seus direitos e estar inserida dentro do mercado financeiro.