As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 14/07/2021
Com o surgimento do capitalismo, na fase conhecida como revolução industrial, houve a criação de um sistema de bancos virtuais, que integrou a economia global. Sendo assim, a relação dessas moedas virtuais, com as relações econômicas modernas pode ser preocupante, visto que, há uma falta de política reguladora nesse setor, assim como, uma ausência de inclusão social como consequência dessas transformações. Primeiramente, deve ser tratada a falta de políticas que regulem o dinheiro virtual. O filósofo Kant analisa que a pessoa é um fim em si mesma e não uma forma atingir objetivos pessoais. Com essa facilidade causada pelas moedas virtuais, muitas empresas realizam transações anônimas, sem segurança, pensando apenas no lucro. O controle sobre essas moedas é feito por alguns bancos, o que causa essas irregularidades. Além disso, esses bancos são conhecidos pela falta de normas para regularizar operações financeiras. Partindo disso, essas moedas são usadas para a lavagem de dinheiro, roubo, e trazem o anonimato no processo.
Outrossim, após a terceira revolução industrial, uma parte da sociedade tem grande acesso à tecnologia e outra não, mostrando assim, que a inclusão social ainda não aconteceu como deveria, isso acontece pois ainda existem muitas comunidades com escassez de recursos tecnológicos, além da falta de conhecimento sobre essa modernização econômica.
Sendo assim, medidas devem ser tomadas para resolver esse problema. Trazendo a necessidade do governo, junto aos donos dos bancos virtuais, aumentar a regulamentação das transações virtuais, o que traria uma segurança ao realizar essas operações e fazer investimentos em programas focados na inserção da população no novo mercado econômico, deixando essa esfera ecônomica viável para todos. Assim, as moedas virtuais poderiam crescer junto com o estado financeiro da população.