As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 19/07/2021
A série estadunidense “Mr. Robot” imagina uma sociedade em que as criptomoedas são o principal meio de troca monetária. Fora da ficção, tal situação não está distante da realidade, como exemplo o bitcoin. Ademais há divergência de acordo com a troca das criptomoedas perante os cartões de crédito, isso é devido à instabilidade das moedas digitais e a falta de segurança garantida pelo o governo.
Nesse viés é necessário pontuar a inconstância das criptomoedas. Assim sendo, segundo o jornal “Folha de S. Paulo”, o Bitcoin, moeda virtual mais usada, desvalorizou em 50% nos últimos dois meses, apesar de ser hipervalorizada na última década, evidenciando a instabilidade associada às criptomoedas. Essa insegurança econômica que as moedas digitais é um grande problema para o mercado mundial de ações, pois afasta os investidores, um grande prejuízo em sociedades capitalistas.
Outrossim, vale ressaltar a negligência estatal perante a nova tecnologia. Desde que os criptodinheiros não são um poder centralizado igual os cartões de crédito ou dinheiro físico, embora essa prática acabe do com o oligopolismo bancário, há seus lados negativos como a facilidade de fraudes e ataques de hackers.
Portanto, percebe-se que com a instabilidade das moedas digitais e a falta de segurança são impasses para uma implantação dessa tecnologia. Para solucionar essa problemática o Ministério da Educação deve investir na área de ciências da computação e tecnologia da informação para a geração de profissionais competentes chamados de “hackers do bem” para invadir e apontar as falhas do sistema. Além disso cabe a mídia incentivar os grandes investidores a apostarem nas novas ondas tecnológicas, para assim garantir a estabilidade dessas moedas, para que então a economia brasileira chegue a realidade da série “Mr. Robot”.