As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 18/07/2021
Na segunda metade do século XVIII se iniciava um período de grandes transformações, movimentando a economia que logo consolidados o capitalismo. E à medida que o mundo avança e se torna mais digital, a necessidade de praticidade, privacidade e segurança crescem, e as criptomoedas ganham um papel vital na chamada Quarta Revolução Industrial. Nessa perspectiva, nita-se que com o cenário atual, as relações econômicas, se tornam preocupantes para a contemporaneidade. Ademais, é importante ressaltar a ausência de políticas reguladoras, bem como a falta de inclusão social decorrente disso.
Em primeiro lugar, nita-se a ausência de políticas que regulam o dinheiro virtual. Nesse sentido, muitas empresas realizam transações anônimas e sem segurança objetivando o lucro. Isso ocorre porque o controle sobre as moedas virtuais e feitos por poucos bancos, caracterizadas pela falta de normas que regularizem as operações financeiras. Como consequência, essas moedas são usadas para a lavagem de dinheiro, roubo, pelo anonimato no decorrer do processo.
Outrossim, após a Terceiro Revolução Industrial, nota-se que parte da sociedade está rodeada de tecnologia e outra não. Nesse viés, percebe-se que a inclusão social ainda é ineficiente no que diz respeito à coletização da tecnologia. No entanto, é inviável a utilização dela em comunidades, por conta da falta de recursos. Além disso, muitos pessoas não sabem muito a respeito sobre essa modernização. Sendo excluídas dessa ferramenta que aumenta a economia global.
Tendo em vista, medidas precisam ser tomadas para resolver essa problemática. Assim, cabe ao governo aliado aos donos dos bancos virtuais aumentar as regras das transações virtuais e em programas de assistência, através dessas música promove-se a segurança e inclusão de todos nesse fenômeno. Dessa forma, as moedas virtuais serão acessíveis a toda população e a economia virtual estaria em constante crescimento.