As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 20/07/2021
A partir do século XX, deu-se início a Revolução Técnico-Científico-Informacional (RTCI) a qual investiu no desenvolvimento de tecnologias que facilitam a conexão mundial de forma ágil. Em relação a isso, precebe–se o surgimento de moedas digitais que proporcionam a revolução das relações econômicas globais, gerando uma certa independência e consequentemente uma maior insegurança.
Em primeira análise, há a descentralização das criptomoedas no globo. Visto isso, segundo o inventor Steve Jobs, a tecnologia move o mundo. Portanto, o capital regulamentado, adquirido por empresas e circulador a partir de impostos, auxilia na manutenção da economia de cada país. Sendo assim, a independência em relação ao Governo proporciona uma inutilidade e malefícios à riqueza da Nação, uma ves que esse é apenas um valor especulativo com alta volatilidade o qual depende altamente da aceitação dessas moedas como forma de pagamentos em lojas.
Além disso, tem-se os riscos da evolução do dinheiro digital. Diante disso, existe o chamado “Blockchain”, um sistema de registro com todas as transações ocorridas mediante das moedas, porém esse meio é público a todos que participam das operações financeiras. Desta maneira, o ato do livre acesso possibilita a invasão do sistema por cyber piratas que podem modificá-lo com a finalidade de lucro próprio.
Em suma, medidas hão de ser tomadas para mitigar esse nefasto quadro. Logo, o Governo Federal, Órgão responsável pelas decisões máximas do país, deve aumentar o conhecimento e aceitação das criptomoedas, por meio, principalmente, da regulamentação do dinheiro virtual, a fim de gerar a proteção da população que faz uso do site e introduzir a circulação desse capital para a conservação da economia mundial. Assim, será possível a utilização consciente de toda a tecnologia desenvolvida na Revolução Técnico-Científico-Informacional, como a evolução das relações econômicas com a ajuda das criptomoedas.