As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 20/07/2021

O mundo é movido por dinheiro. Vê-se isso na série La Casa de Papel, da Netflix, onde um grupo de criminosos se reúne para conseguir dinheiro imprimindo-o então na Casa da Moeda da Espanha. Todavia, se tal seriado fosse escrito nos dias atuais, esse crime poderia ser realizado com apenas um computador e um hacker. Esse é um dos perigos das moedas virtuais. Em contrapartida, jamais existiu um sistema no qual são feitas transações com valores gigantescos e tão pouca burocracia.

A criptomoeda não pertence a um país. Ela é internacional e não tem drásticas mudanças de valores, como no real brasileiro ou no dólar canadense. O mais conhecido exemplo é o Bitcoin, um dos primeiros sistemas operacionais completamente virtuais. Nele as negociações são anônimas e este fator abre portas para ações ilegais passarem despercebidas pelas autoridades.

Simultaneamente, esta ferramenta pode um dia se tornar imprescindível para movimentações de capital entre Estados. Para quitar dívidas externas, fechar acordos, entre outras coisas

Dado o que foi exposto, o Governo Federal deve investir na procura de criminosos que prejudicam o funcionamento do sistema no país, até que seja seguro o uso exclusivo do mesmo para facilitar transações internacionais. Após isso, a economia brasileira certamente dará um salto em direção à prosperidade.