As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 19/07/2021

Na obra cinematográfica “Crypto” (2019), um agente financeiro é inserido em uma investigação policial contra indivíduos que utilizam de criptomoedas para fazer lavagens de dinheiro. Transcendendo a ficção, as moedas virtuais apesar de serem uma forma de internacionalizar e revolucionar as relações econômicas, são utilizadas para roubos, como no filme, e a falta de informação sobre o tema é uma problemática para seu objetivo. Dessa forma, é vital o reparo a esses danos assoladores da vida.      Nesse viés, a forma como são feitas essas moedas abrangem um pequeno espaço para esses furtos acontecerem. Sob esse viés, a moeda virtual é formada a partir de um software com um código que permite o anonimato das pessoas e, visto a dificuldade de rastrear o indivíduo, esse mercado abre espaço para a prática de crimes como a corrupção e a lavagem de dinheiro. Análogo a isso, essas práticas só devem ser utilizadas quando desenvolverem formas seguras para a compra e venda das moedas virtuais.

Outrossim, a falta de informação sobre essa evolução das relações econômicas é perigosa. A fama dos Bitcoins (Moeda Virtual) é bastante crescente, visto isso, é necessário certo entendimento sobre ele para entrar nesse ramo, pois dada sua alta existem alguns golpes recorrentes, como a pirâmide financeira, que consiste em um investimento inicial e uma remuneração por indicação de novos membros, porém, não passa de uma fraude. Como dizia Einstein “A tecnologia dominou a humanidade”, a ânsia para sair dessa fraude domina o indivíduo na tentativa de se recuperar.

Em suma, é imprescindível o auxílio da máquina pública no reparo dessa problemática. Portanto, cabe ao ministério da Ciência e Tecnologia em consonância com a mídia social, promover investimentos no estudo e no desenvolvimento das moedas digitais, por meio de atividades extracurriculares de estudantes nas faculdades, com o intuito de promover uma maior segurança do manuseio dessas atividades. Com essas e outras medidas, é possível o ajuste na democracia e na segurança coletiva.