As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 20/07/2021

No século XVIII, durante a Revolução Industrial houve a criação dos bancos virtuais, que permitiam assim uma maior integração da economia global. É notório que as moedas virtuais e a revolução nas relações econômicas estabelecem um cenário preocupante em decorrência da falta de políticas reguladoras e inclusão social.

Desse modo, é necessário analisar a ausência de políticas que visem regular o dinheiro virtual. Hoje, muitas empresas realizam transações anonimamente, o que objetiva o lucro. Isso ocorre pois a falta de normas que regularizam essas operações fazem com que crimes como roubo e desvio de dinheiro sejam mais fáceis de serem cometidos.

De mesma maneira, após a Terceira Revolução Industrial, a tecnologia foi integrada ao cotidiano, porém nem todos tem acesso a ela. Isso nos faz perceber que a inclusão social ainda é ineficiente em relação a coletivização da tecnologia, o que torna as moedas virtuais inutilizáveis em locais sem recursos tecnológicos.

Portanto, cabe ao Governo intensificar as regras reguladoras das operações virtuais e investir na coletivização da tecnologia a fim de que as pessoas se sintam seguras ao realizar essas transações e a inclusão de toda a sociedade. Dessa forma, a economia virtual estará em constante crescimento e será acessível a todos.