As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 07/08/2021
No atual cenário da globalização surgiu o Bitcoin, que é uma moeda virtual com o intuito de facilitar as compras de produtos no cibermercado, assim revolucionando as relações econômicas entre os países. Diante esse panorama, existe uma problemática que envolve as moedas cibernéticas, em que não restreáveis pelo governo, assim facilitam as atividades ilícitas por bandidos. Como também, a falta de investimentos em uma moeda virtual com potêncial de ser uma moeda única e universal.
Em primeiro plano, é importante destacar a ausência do controle governamental em cima das Criptomoedas. A respeito disso, de acordo com a pesquisa realizada pela empresa Elliptic, em 2018, menos de 1% das transações economicas por moedas virtuais são ligadas as práticas ilícitas. Entretanto, vale salientar que a maioria das moedas cibernéticas são irrastreáveis, então podem existir controvérsias na pesquisa realizada. Dessa forma, é significativo o controle governamental em todas as transições financeiras, para assim reduzir os contrabandos de produtos nacionais e internacionais por meio de transações anônimas.
Sob outro prisma, é imprescíndivel ressaltar a importância do investimento em moedas cibernéticas para facilitar as relações comerciais e econômicas entre países. Análogo a isso, com a 4° revolução industrial, ergueu-se as novas formas de pagamento sem precisar de dinheiro em espécie, somente o eletrônico. Nesse sentido, atualmente surgiu o PIX, que é muito semelhante com o trânsito de criptomoedas, porém, são controladas pelo Bancos Centrais Nacionais. Desse modo, com mais aplicações financeiras em cibermoedas, juntamente com o controle bancário, poderá fomentar para uma moeda exclusiva e universal, com a finalidade em destino a extinção de impressões de cédulas de dinheiro físico, para reduzir o corte de árvores que possuem a matéria-prima com o intuito de fazer papel.
É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar esse imbróglio. Destarte, cabe aos Bancos Centrais Nacionais, realizarem mais investimentos em moedas virtuais, por meio da aplicação de capital no mercado de cibermoedas e parcerias com iniciativas privadas, a fim de promover mais movimentação de Bitcoins no mercado mundial, para assim ficar mais barato aquisição dessas moedas e possibilitar a existência de uma moeda única e universal, sem haver mais as emissões de dinheiro físico. Além disso, o Governo pode, ainda, garantir a segurança e o controle nas trocas econômicas, para diminuir as atividades criminosas realizadas por essas moedas cibernéticas. Somente assim, o Bitcoin será capaz de revolucionar a economia global.