As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 22/09/2021

Abismo educacional e silenciamento midiático. Esses exemplos ilustram entraves que prejudicam o pleno conhecimento acerca das moedas virtuais e da revolução das relações econômicas. Logo, é imprescindível remediar essas mazelas para a plena harmonia social.

Observa-se, diante dessa conjuntura, que o abismo educacional agrava o impasse. De acordo com o artigo 6° da Constituição Cidadã de 1988, a educação e a dignidade são direitos socias. Em contrassenso à essa lei, nas escolas, em sua maioria, não se ensina sobre educação financeira, uma vez que, infelizmente, o ensino é retrógrado e memorizador, o que, por conseguinte, gera uma manipulação econômica. Assim, enquanto o abismo educacional permanecer vigente, difícil será a resolução dessa ponderosa questão.

Ademais, conforme o filósofo Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, observa-se que a mídia, em vez de promover debates que elevem o nível de informação da população acerca das moedas virtuais e a revolução das relações econômicas, infelizmente, influencia no silenciamento do assunto, já que não aborda de maneira facilitada para os individuos. Consequentemente, muitas pessoas vivem situações degradantes, por exemplo, dívidas de cartão de crédito, altos juros de parcelamento, o que pode ocasionar quadros depressivos, mais dívidas e, até mesmo, vícios como válvula de escape.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Urge que o Governo - com sua finalidade de regrar e organizar a nação- por meio de projetos, insira na grade curricular das escolas aulas sobre economia e tudo que a envolve, no intuito de disseminar conteúdos de mundo importantes para formação pessoal e conhecimentos detalhados. Dessa forma, será possível mitigar a problemática atual.