As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas

Enviada em 30/10/2021

Durante o feudalismo, século V, a troca de produtos era um forma de organização da economia da época. Posteriormente, foi preciso implantar uma moeda para tornar justa e para padronizar esse tipo de comércio. No entanto, no cenário atual, com os avanços técnológicos, muitas pessoas não possuem pleno conhecimento acerca das moedas virtuais e da revolução das relações econômicas. Isso ocorre devido ao abismo social e ao silenciamento midiático.

Sob esse viés, convém destacar a questão da desigualdade social diante das relações financeiras. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é dever do Estado e da família garantir o direito à educação. Diante desse, infelizmente, tal ideal é deturpado, já que os alunos de escolas públicas não possuem aulas sobre ensino financeiro de maneira igualitária às instituições privadas. Por resultado, os indivíduos não são preparados para lidar com o rápido avanço da economia, o que origina a manipulação econômica.

Além disso, o silenciamento midiático é um fator que favorece a falta de conhecimento das criptomoedas. Isso se explica, pois os meios de comunicação não abordam de forma facilitada sobre as moedas virtuais. Consequentemente, gera desinformação acerca do assunto, o que acarreta, no futuro, possíveis endividamentos, por exemplo, pela alta oscilação, do Bitcoin, em seu valor durante um curto período de tempo.

Portanto, é imprescindível que o governo, junto com a mídia, invista na divulgação de informações sobre a evolução do ambiente econômico, por meio de palestras com profissionais, elaboração de aulas com o tema nas escolas e públicações em redes sociais. Assim, com a finalidade de desenvolver cidadãos instruídos, conscientes e capazes de superarem os desafios da revolução das relações da economia e das criptomoedas.