As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 06/06/2022
No decorrer da história, houve a transição do mercantilismo para o modelo capitalista. Nesse cenário, as moedas virtuais fazem parte de tal mudança. Esses Bitcoins permitem uma inovação financeira, porém, faltam ensinamentos a respeito deles. Logo, é preciso debater o panorama em questão.
Com efeito, destaca-se a revolução trazida pela criptomoeda. Segundo a Constituição, os cidadãos possuem liberdade econômica. Em vista disso, as moedas digitais mostram-se como algo positivo, pois, já que não necessitam de dinheiro físico, elas promovem uma nova alternativa de negociação e investimento monetários. Assim, os meios de se relacionar economicamente são expandidos.
Todavia, vale citar a falta de ensino sobre esse tema. De acordo com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), as escolas não lecionam acerca de economia e Bitcoins. Isso é alarmante, porque, dada a presença global das criptomoedas, a ausência de educação em relação a elas deixa muitas pessoas mal informadas desse mecanismo. Por conseguinte, ao utilizar as moedas virtuais, esses indivíduos podem sofrer golpes online ou perder altas quantias financeiras.
Portanto, é necessário solucionar o contexto em pauta. Para tanto, a fim de efetivar o uso adequado das criptomoedas, cabe ao Ministério da Educação, junto ao Ministério da Economia, implementar tal assunto na BNCC, mediante a contratação de professores especializados para todas as escolas nacionais, de modo a ensinar a respeito dos Bitcoins e fomentar sua utilização consciente nas novas relações monetárias. Destarte, a democratização desse sistema será uma parte crucial da história financeira.