As mudanças climáticas em questão no Brasil
Enviada em 09/09/2025
John Locke, filósofo inglês, evidencia a importância do Estado em sancionar direitos e o bem-estar de toda a população. Contudo, quando se trata de emergência climática é legível como o poder público não atua de modo efetivo, e pior, não exerce o papel social conforme os ideais de Locke. Por conseguinte, a falta de educação ambiental e altos níveis de pobreza, se tornam consequências de tais ações.
Sob esse viés, a negligência governamental impulsiona ainda mais a permanência da escassez educacional . Segundo o escritor Alduos Huxley, os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. Nessa perspectiva é válido reconhecer que a ideia descrita por ele não atua apenas no âmbito nacional, uma vez que muitos brasileiros não possuem nenhum acesso aos direitos fundamentais como saneamento, moradia e a saúde. Portanto cabe ao governo buscar formas para reverter esse quadro.
Além disso, cabe salientar que a ineficiência governamental é também, uma das causas pelos altos níveis de pobreza, uma vez que existem populações vulneráveis a enchentes e empurradas por viver em áreas de risco. O libertário Barnett, diz que o Estado é incapaz de seguir as suas próprias leis, de forma a ser necessariamente ineficiente e contraditório com o legislador. Nessa ótica a inerência estatal impulsiona ainda mais a falta de mudanças para essas regiões.
Depreende-se, portanto, que é mister a atuação governamental juntamente com o poder executivo federal a criação de programas como Agente Jovem Ambiental tem arroz (AJA), que impulsiona a população agir de maneira sustentável. Cabe ao Ministério do Meio Ambiente junto com o Ministério da Educação, promover campanhas em redes sociais afim de incentivar a sustentabilidade para toda a sociedade. Somente assim, bem-estar descrito por Locke será visto de forma notória no Brasil.