As mudanças climáticas em questão no Brasil
Enviada em 21/09/2025
Em 2025, a Organização das Nações Unidas lançou a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Dentre suas propostas, a preocupação em criar políticas públicas e conscientizar o mundo sobre seu papel no combate às mudanças climáticas. Diante do exposto, é notável o não cumprimento integral do acordo internacional, até o momento, visto que ainda há problemas ambientais no Brasil. Por conseguinte, os agentes catalisadores da temática são: a histórica Política de Pão e Circo brasileira e a lacuna educacional presente na população. Logo, urgem ações mitigadoras em relação ao exposto.
A priori, vale ressaltar a omissão de fatores importantes em detrimento ao entretenimento. Essa prática, denominada Política de Pão e Circo, remonta à Roma antiga, quando se desviava a atenção do povo por intermédio de apresentações no Coliseu, para manter-se a estabilidade social. Nesse sentido, colaborava-se com o desenvolvimento de uma sociedade “míope” e debilitada, incapaz de reconhecer os problemas em vigor. Analogamente, no Brasil, tem-se o incentivo ao uso das redes sociais e engajamento a conteúdos fúteis, em contraponto a falta de estímulo a respeito de utilidades, como as mudanças climáticas e possibilidades de combate.
Outrossim, faz-se suscitar o ensino precário em escolas brasileiras, já que ações como o descarte inadequado de lixo e desmatamentos florestais são persistentes. Dessa forma, tais fatores vão de encontro à afirmação de Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo.”, pois a aprendizagem de temáticas cotidianas é necessária para o desenvolvimento do indivíduo e da comunidade, sendo que a falta de conhecimento colabora para o desequilíbrio do ecossistema, e, consequentemente, para as mudanças climáticas.
Em suma, urgem ações para solucionar o impasse em questão. Com isso, cabe ao Ministério das Comunicações conscientizar a população, por meio de campanhas de marketing, no que tange às estratégias de manipulação da opinião pública, com o objetivo de atentar-se às emergências climáticas. Ademais, cabe ao Ministério da Educação, promover um ensino de qualidade para os cidadãos tupiniquins, por meio de incentivo ao corpo docente. Assim, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável referente a mudanças climáticas será alcançado.