As mudanças climáticas em questão no Brasil

Enviada em 13/09/2026

“A natureza não faz nada em vão, mas o homem age como se a natureza fosse infinita”. Essa frase, atribuída ao filósofo Aristóteles, pode ser facilmente relacionada as mudanças climáticas em questão no Brasil, uma vez que são muitas barreiras enfrentadas por esses indivíduos. Desse modo, é importante fortalecer a crise do desmatamento e o negacionismo com a falta de educação climática nas escolas.

Nesse contexto, é evidente que as mudanças climáticas em questão no Brasil prevalece pela crise do desmatamento. Segundo o MapBiomas, o país perdeu cerca de 33% da vegetação nativa do pampa. O modelo agropecuário brasileiro agrava ainda mais a crise hidríca ao rebaixar o lençol freático, sendo este um reservatório raso abastecido pela infiltração da chuva, o qual depende da vegetação do Pampa e da Amazônia para existir. Sob esse enfoque, é de extrema importância que seja dado a cultura do desmatamento.

Além disso, é inegável que a educação climática nas escola é falha pelo fato de não enfatizarem o tema abordado. Conforme a Lei nº 9.795/99: “política nacional de educação ambiental”, esta existe, porém, não sai do papel quando chega nas salas de aula. É possível também, que com a falta de professores capacitados, os alunos não aprendem a relacionar o desmatamento da Amazônia com a falta de chuva no Pampa ou com as enchentes de 2024. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), cerca de 60% dos professores não tiveram nenhuma aula sobre educação climática no país.

Diante do exposto, pode - se perceber que medidas públicas precisam ser tomadas. É de grande valia que o Governo Federal, juntamente com o Ministério da Educação, implementem na matriz curricular nacionl dos alunos a educação climática nas escolas. Logo, os professores docentes fazerem cursos de especialização para lecionarem corretamente sobre o tema proposto, a fim de romper o analfabestimo climático dos estudantes. Assim, a educação se tornará instrumento de adaptação, como defendia Paulo Freire.