As mudanças climáticas em questão no Brasil

Enviada em 07/09/2025

A princípio, é válido ressaltar que a emissão descontrolada da queima de combustíveis fósseis na atmosfera contribui diretamente nas mudanças climáticas no Brasil. Isso ocorre porque a obtenção de capital prevalece como prioridade em detrimento da preservação ambiental. Nesse sentido, a segunda revolução industrial fica marcada na história pela suas inovações em fontes de energia, com ênfase em carvão mineral, que, com a queima, libera gás carbônico para a atmosfera, promovendo o aumento da temperatura global e acarretando em maiores desastres naturais. Dessa forma, a ausência de controle sobre a emissão de CO2 liberada por indústrias fomenta em crises ambientais.

Ademais, por consequência das ações dessas indústrias, prevalece nas estruturas hodiernas o racismo ambiental gerado por uma sociedade historicamente excludente. Para fundamentar essa ideia, em 1888 após a promulgação da lei áurea, vários ex escravizados, por não possuírem assistência governamental, começam a ocupar espaços não planejados. Desse modo, áreas periféricas são menos arbóreas, aumentando a temperatura local e, em casos de desastres naturais - agravados pelo efeito estufa - essa parcela populacional mais vulnerável se tornam suscetíveis a prejuízos financeiros e psicológicos. Logo, as medidas tomadas pelos meios de produção em relação a natureza afeta diretamente a sociedade, especialmente a parte mais vulnerável socioeconôicamente.

Infere-se, portanto, na urgência de inplementação de práticas que visem mitigar as consequências das mudanças climáticas no Brasil. Para isso o governo federal - órgão responsável pelo bem-estar social - deve por meio do Ministério do Trabalho, sancionar leis que promovam o uso de fontes de energia sustentáveis em indústrias e as que não seguirem com a lei serão multadas, a fim de assegurar a diminuição de emissão de gás carbônico na atmosfera