As mudanças climáticas em questão no Brasil
Enviada em 26/05/2025
Na obra “ensaio sobre a cegueira” do autor José Saramago, é retratado sobre a invisibilidade de certos problemas da sociedade. Na realidade brasileira, a crítica do autor é verificada nas mudanças climáticas no Brasil que ocasiona vários desastres. Com isso, emerge um problema sério, em virtude da negligência governamental e da passividade da sociedade.
Precipuamente, é fulcral pontuar que os acontecimentos desastrosos deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, a negligência governamental é um probllema recorrente, uma vez que o Estado não está exercendo o seu papel administrativo, como implementar programas de proteção e investimentos financeiros, o que acarreta a precarização do território nacional em situações de desastres naturais. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal urgentemente.
Ademais, é imperativo ressaltar a passividade da sociedade como o promotor do problema. De acordo com Heráclito de Éfeso, nada é permanente, exceto a mudança. Partindo desse pressuposto, é de responsabilidade da população agir em meio aos impactos das mudanças climáticas, para que haja diferença no território brasileiro, visto que os desastres “naturais” também é acarretado pela ação do homem, como desmatamento, queima de combustíveis e poluições, e consequentemente, ocorre um aumento nas mudanças climáticas. Tudo isso, retarda a resolução do empecilho, já que a passividade da sociedade contribui para a perpertuação desse quadro deletério.
Portanto, é indispensável intervir sobre esse cenário, para isso, o governo deverá investir em recursos financeiros e programas de proteção, por meio do Ministério da Segurança e da Economia, a fim de proteger o corpo social dos desastres. Tal ação, pode, ainda, evitar algo mais desastroso no futuro. Paralelamente, é preciso intervir sobre a passividade da sociedade, diante disso, o Estado deverá implementar medidas de fiscalização, para que ocorra um “equilíbrio natural”. D