As mudanças climáticas em questão no Brasil
Enviada em 01/06/2025
A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 225, declara que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Entretanto, a ineficiência estatal no combate às mudanças climáticas tem causado a degradação de ecossistemas, colocado muitas espécies em risco de extinção e contribuído para insegurança alimentar. Logo, faz-se necessário averiguar os fatores que favorecem esse quadro.
Nesse viés, segundo um estudo publicado na revista Scientific Reports, as queimadas do Pantanal de 2020 mataram 17 milhões de vertebrados. Ademais, os incêndios nessa região acontecem anualmente, porém, não há políticas públicas capazes de interromper o problema de queimadas e desmatamento, ações que evitariam a morte de milhões de animais. Portanto, o Estado brasileiro deve mudar essa postura negligente e nefasta.
Outrossim, conforme o cofundador do Greenpeace, Paul Watson: “Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”. Todavia, o avanço do aquecimento global e a relação danosa do homem com meio ambiente têm destruído ecossistemas e modificado o padrão climático. Além disso, alterações climáticas impactam diretamente na agricultura e consequentemente no preço dos alimentos, gerando insegurança alimentar e afetando, principalmente, os mais vulneráveis socialmente. Nesse sentido, o governo federal deve criar políticas contra o avanço das mudanças climáticas.
Diante do exposto, nota-se a necessidade de minimizar os impactos da alteração climática. Desse modo, o Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável pela preservação ambiental, deve criar políticas de combate às mudanças climáticas, através de uma maior punição contra o desmatamento e queimadas, a fim de evitar desastres ambientais e mortes de animais. Ainda, o governo deve criar programas para combater a insegurança alimentar, que tem sido provocada pelo o aquecimento global. Espera-se, com isso, tonar a Constituição fatual.