As possíveis causas do conformismo social no Brasil

Enviada em 26/06/2024

Na Idade média, a “Nobreza Togada” era o único meio de ascender socialmente contrário ao sistema de estamentos, quer dizer, havia um interesse em transceder a classe econômica e social, contudo era difícil. Em face disso, se há inconformismo social é por causa do desânimo frente à dificuldade para migrar de classe. Paralelo a isso, no Brasil a Lei de Cotas pode servir de atenção aos inconformados mas sem recursos para despontar no topo da pirâmide econômica e social. Por conseguinte, o país desenvolve potência competitiva no cenário global razoado na educação.

Sob essa ótica, o Estado causa segurança para os menos favorecidos enfrentarem às mazelas sociais causadoras de inércia na coletividade nacional com políticas de inclusão e equitatividade. Nessa perspectiva de igualdade com foco na cinemática social, os aparelhos legais para fomentar à dinâmica na pirâmide econômica e social são forjados pelos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, ou seja, eles são culpados da fixação do povo. Ademais, quando a Lei de Cotas foi criada pelos três poderes, a imobilidade social começou a ser enfrentada, contudo não observou os desafios móveis da segurança até às universidades para populações de favelas. Desse modo, a lei de cotas para à migração de classes pode melhorar.

Consequentemente, o Brasil tem potencial de população e estrutura para competir nos rankings de desenvolvimento humano, todavia não cresce. Outrossim, se o Estado alinhasse as leis de acesso à educação com segurança e saúde, movimentaria o país no Ídice de Desenvolvimento Humano, pois democratizaria o acesso à saída da pobreza. Nesse tocante, o jornal o Globo pontuou que de acordo como o IDH de 2022, o Brasil despencou de octogésimo quarto lugar, para octogésimo sétimo no ranking de desenvolvimento humano, o que ainda demonstra fracaço do Brasil ao competir no IDH. Dessa forma, não se pode perceber um cenário favorável a mudanças de cunho social para brasileiros.

Logo, infere-se que ajustar a Lei de Cotas aos critérios de desenvolvimento humano condiciona acesso as classes sociais superiores. Destarte, o Senado, este que cria as leis, deve corrigir a Lei de Cotas, por meio de parceria com os três poderes, a fim de evitar um retrocesso histórico semelhante à “Nobreza Togada”.