As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 28/03/2020

Consoante o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, há uma falta de solidez nas relações sociais, econômicas e políticas, característica da modernidade líquida, vivida no século XXI. Hodiernamente, nota-se uma liquidez no que se refere as referidas profissões do futuro e seus desafios para a sociedade, sendo os avanços tecnológicos e a economia, os principais fatores para o norteamento. Assim, convém sondar essas problemáticas e propor soluções para dirimi-las.

Em primeira análise, é elementar que os avanços tecnológicos torna-se cada vez mais um alicerce para o campo profissional. Com isso, segundo o documentário brasileiro “Ranking do futuro profissional”, relata todas as carreiras futuras e cada relação com a tecnologia que adquirem, em ordem decrescente. Desse modo, a incorporação dessa inovação nas carreiras que surgem e naquelas que são modificadas, ficam no topo das mais buscadas por se tornarem desenvolvidas, deixando os trabalhos tradicionais com menos espaço neste âmbito.

Outrossim, é evidente que pessoas buscam profissões que tenham melhorias na economia, e que demonstram uma tragetória eficaz. Dessarte, no processo econômico da quarta revolução industrial, as máquinas tornou-se totalmente automatizada por sistemas, facilitando e desenvolvendo o trabalho físico das pessoas. Sob esse viés, é válido e gradativo que a economia andará lado a lado com a tecnologia de ponta e a sua integração no setor produtivo no futuro será de forma redundante.

Portanto, diante aos fatos supracitados, é mister afirmar que as profissões do futuro serão bem rebuscadas e consolidará na sociedade. Ademais, cabe ao Ministério do Trabalho e da Economia, implantar métodos corporativos por meio de projetos e palestras de cunho igualitário, que visem o apoio das profissões desenvolvidas e das tradicionais para coexistir, pois todas são relevantes e fundamentais. Somente assim, não ocorrerá uma liquidez mensionado por Zygmunt Bauman.