As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 28/03/2020

Os trabalhos estão em constante aperfeiçoamento. O avanço tecnológico é revolucionado gradativamente a cada dia que se passa. O amparo Estatal e empresarial para a atual geração, se faz precário. Nesse cenário se encontra o jovem contemporâneo, na busca de setores dos quais mais ascenderão o mercado no futuro, e segundo pesquisa do site LinkedIn, 13 de 15 futuras profissões formais no Brasil, estão relacionadas a internet e tecnologia da informação.

O meio tecnológico gera maior mudança nas formas de trabalho, seu progressivo desenvolvimento faz com que determinadas funções não sejam mais executadas pela ação humana, sendo assim, substituídas por máquinas automatizadas as quais podem produzir mais num pequeno intervalo de tempo com custo acessível ao empresário em comparação a mão de obra humana. No entanto, quando máquinas ocupam funções, automaticamente, outras são geradas as quais só podem ser efetuadas pelo humano, e cabe a este se adequar e acompanhar a evolução para se manter ativo no mercado de trabalho.

Dessa forma, é normal que haja frustrações e expectativas do jovem ao escolher qual carreira seguir, pois sempre pode haver a impressão de que sua possível área de trabalho, possa não existir no futuro. Outro fator também existente e que os amedronta, é a questão dos quase 12% de desempregados no Brasil, gerando distúrbios que podem provocar insegurança para seu futuro profissional, já que, o Estado juntamente com empresas privadas não disponibilizam informações e ações práticas que possam estimular e assegurar o jovem quanto sua escolha profissional.

Em resposta a tais paradoxos vivenciados pela atual geração e evita-los às futuras, é necessário que o Estado com apoio de empresas privadas, trabalhem em conjunto, criando políticas públicas que possam estimular e estabelecer ao jovem maior segurança para escolher sua área de atuação no mercado. É de suma importância também, que seja implantado em todas as escolas do país, o sistema de ensino integral, e como complemento ao ensino tradicional, ser proporcionado aos alunos experiências reais e fictícias das formas de atuação e logística das profissões futuras. Nesse sentido, fazer com que o jovem tenha real ciência do que vai enfrentar pela frente, e que as chances de se haver decepção em sua escolha, sejam quase que nulas.

Por Alisson Dinis