As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 16/04/2020
Aristóteles defendia que o empirismo, que é simplesmente o conhecimento baseado na experiência e na prática e por conseguinte disse que “a função de um citarista é tocar cítara e a de um bom citarista é tocá-la bem”, ou seja, independente de qual trabalho esteja sendo exercido, se exercido bem é sim uma profissão. Então a medida que este pensamento vai crescendo, o mercado de trabalho também está evoluindo proporcionalmente em relação ao desenvolvimento tecnológico da população mundial.
E assim com uma necessidade de cada vez mais deter renda e assim também evoluir, o sistema capitalista busca o aprimoramento dessas novas profissões ’evoluídas’, já que as novas tecnologias tendem a dar mais lucro devido um avançado desenvolvimento. E afim disso a economia futura poderá ser baseada em ideais inovadores, e decorrente segundo o Fórum Mundial Econômico em 2018 65% dos jovens de hoje irão trabalhar em profissões futuras, ou seja, desde já os “investimentos” são em áreas novas do mercado.
Tampouco é fácil somente evoluir para essas novas carreiras, vários obstáculos completam essas novas trajetórias, e então diante do apresentado conclui-se que a tecnologia se desenvolve cada vez mais e que não é tão boa quanto a teoria a maneira que essas profissões adentram no mercado de trabalho, pois de tal forma as profissões “tradicionais” vão perdendo espaço e consequentemente as pessoas que ocupam esses cargos também.
Assim sendo a economia física também poderá cair consideravelmente, já que o mercado estará evoluindo para novas tecnologias, assim como na primeira revolução industrial no século XVIII. Portanto, depende de ações do Estado e também do Ministério do Trabalho que não só se preocupem em receber em renda, mas sim manter os trabalhadores empregados com empregos físicos, afinal é a própria sociedade quem se mantém, então nesse processo a sociedade como um todo também deve colaborar.